Omo-Oba resiste

A publicação “Omo-Oba – Histórias de Princesas”, da escritora paulista de Santo André, Kiusam Regina de Oliveira, foi recomendada pela Escola Firjan/Sesi aos seus alunos, mas após reclamação de alguns pais, a instituição resolveu substituí-lo por outro. Depois da repercussão negativa e de comentários da própria autora da obra, escola voltou atrás.

A recente polêmica envolvendo a publicação infantil, na cidade de Volta Redonda (RJ), aponta para duas questões fundamentais nesta discussão: o preconceito sobre as culturas de matrizes africanas ainda instituído nas escolas e a não aplicação Lei 10.639/03, alterada pela Lei 11.645/08, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas, públicas e particulares, do ensino fundamental até o ensino médio.

Sinopse: “Omo-Oba – Histórias de Princesas” é um livro que reconta mitos africanos, divulgados nas comunidades de tradição ketu, pouco conhecidos pelo público em geral e que reforçam os diferentes modos de ser em relação
ao feminino. Os seis mitos apresentados têm o objetivo de fortalecer a personalidade de meninas de todos os tempos.

Leia mais sobre a polêmica!

Publicado em 20/ 03/ 18 por Categorias: cultura

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